Terça-feira, 1 de Maio de 2012

O salazarismo

 

 

  1. Refere, com base no documento, os princípios do Estado Novo.
historia8alustosa às 23:45
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O nazismo

A nossa concepção racista não acredita de forma nenhuma na igualdade. Pelo contrário, reconhece que há diversidade nas raças e que o seu valor é mais ou menos elevado. Sente assim a obrigação de favorecer a vitória do melhor e do mais forte, de exigir a subordinação dos piores e dos mais fracos.

A cultura e a civilização humanas estão, neste continente, indissoluvelmente, ligadas à existência do Ariano. (...)

A concepção racista corresponde à vontade mais profunda da natureza ao restabelecer o progresso pela selecção. Assim, um dia, uma Humanidade melhor, tendo conquistado o mundo, verá abrir-se livremente para si todos os domínios da actividade. (...)

O Judeu forma o mais marcante contraste com o Ariano. (...)

O Judeu não tem mínima capacidade para criar uma civilização (...). A sua inteligência nunca servirá para construir, mas sim para destruir (...). O progresso da Humanidade cumpre-se, não por ele, mas apesar dele. (...)

 

Adolf Hitler, Mein Kampf, 1925

 

  1. Refere os princípios defendidos por Adolf Hitler.
historia8alustosa às 23:39
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A depressão económica

A crise económica provocara danos asssustadores. Reduziu a nada o dinheiro acumulado durante décadas de trabalho árduo. (...) As notas eram usadas como combustível para os fornos. Nos restaurantes, as pessoas pagavam a refeição antes de comerem, pois os preços podiam aumentar antes de chegarem ao café. Outros iam à padaria, transportando as suas poupanças num carrinho de mão. (...) Muitos alemães culparam o governo quando a subnutrição, a fome, o medo e o desespero se transformaram na realidade quotidiana, não apenas para aqueles que já conheciam os efeitos da pobreza, mas também dos que estavam habituados à abastança.

 

G. Hodgson, O Século do Povo

  1. Relaciona a crise económica da década de 30 com a adesão ao partido nazi.
historia8alustosa às 23:31
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O fascismo

Para o fascismo, o Estado é absoluto: perante ele os indivíduos e os grupos não são mais que o relativo. Tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado. (...) O indivíduo só existe enquanto está no Estado: está subordinado às necessidades do Estado e, à medida que a civilização toma formas cada vez mais complexas, a liberdade do indivíduo restringe-se sempre mais. (...) Neste sentido, o fascismo é totalitário (...). Nem partidos, associações, sindicatos nem indivíduos fora do Estado. (...) Nós representamos um princípio novo no Mundo, representamos a antítese nítida, categórica, definitiva da democracia (...).

 

Benito Mussolini, O Fascismo, 1931

  1.  Quais são os princípios do fascismo segundo Mussolini?
historia8alustosa às 23:30
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A ação dos governos republicanos

 

 

Evolução do número de escolas primárias após 1910

 

  1. Refere três medidas aplicadas pelos governos republicanos na área da educação. 
historia8alustosa às 22:05
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As leis da República

 

Caricatura da época sobre as relações entre a República e a Igreja Católica
  1. Como caracterizas a ação da 1.ª República face à Igreja?
historia8alustosa às 22:01
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A Constituição da República Portuguesa de 1911

Art.º 3.º – A República Portuguesa não admite privilégio de nascimento, nem foros de nobreza, extingue os títulos nobiliárquicos (...).

N.º 2 – A lei é igual para todos (...);

N.º 5.º – O Estado reconhece a igualdade politica e civil de todos os cultos (...);

N.º 6.º – Ninguém pode ser perseguido por motivo de religião (...);

N.º 11.º – O ensino primário elementar será obrigatório e gratuito;

N.º 13.º – A expressão de pensamento (...) é completamente livre (...);

N.º 29.º – É reconhecido o direito à assistência pública.

Art.º 5.º – A soberania reside essencialmente na Nação.

Art.º 6.º – São órgãos da Soberania Nacional o Poder Legislativo, o Poder Executivo e o Poder Judicial, independentes e harmónicos entre si (...).

 

Constituição da República Portuguesa, 1911

 

  1. Indica três princípios que justifiquem o carácter democrático do governo da 1.ª República.
historia8alustosa às 22:00
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Economia portuguesa nos finais do século XIX

historialustosa

 

Balança comercial portuguesa nos finais do século XIX

 

  1. Como evoluíram as exportações e as importações portuguesas entre 1890 e 1910?
  2. Quais terão sido as consequências desse quadro económico?
historia8alustosa às 21:59
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As Reformas religiosas

Por que razão o Papa, cuja bolsa é hoje maior do que a de muitos ricaços, não edifica ele pelo menos esta Basília de S. Pedro com o seu próprio dinheiro, em vez de utilizar o dos pobres fiéis? As indulgências, de que os pregadores gritam os méritos, não têm senão um: o de acrescentar dinheiro. Serão eternamente condenados os que dizem e os que pensam que as indulgências lhes asseguram a salvação.

Todo o cristão tem direito à remissão plena dos pecados, mesmo sem bulas de indulgências. É necessário ensinar os cristãos que todo aquele que dá aos pobres ou empresta aos necessitados faz melhor do que comprar indulgências.

 

Martinho Lutero, As Teses contra as Indulgências, 1517

 

  1. Indica três críticas de Martinho Lutero à Igreja Católica.
historia8alustosa às 20:22
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Arte renascentista

 

 

  1. Carateriza, tendo em conta o documento, as principais caraterísticas da arte renascenista.
historia8alustosa às 20:18
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A mentalidade Renascentista

Que o cortesão ideal seja, além de nobre, homem de bem, isto é, prudente, bom, corajoso, confiante; belo e elegante. Que a sua principal e autêntica profissão seja a das armas, que saiba todos os exercícios que convêm a um militar. Que o perfeito homem de corte seja alegre, saiba jogar e dançar, que se mostre homem de espírito e seja discreto.

As letras de Deus revelou aos homens são úteis e necessárias à vida e à dignidade do Homem. Que o cortesão conheça não só o latim, mas também o grego. (…) Que ele saiba escrever em prosa, particularmente a nossa língua. Louvá-lo-ei também por saber várias línguas estrangeiras, principalmente o espanhol e francês (…). A sua cultura parecer-me-á insuficiente se não tiver conhecimentos de música (…). Há ainda um aspecto que julgo de grande importância; trata-se da arte do desenho e da pintura. (…) Que o nosso homem de corte seja um perfeito cavaleiro de toda a sela: nos torneios, nos duelos, nas corridas, no lançamento do dardo e da lança. (…) Convém também que saiba saltar e correr.

 

Baltazar Castiglione, O Cortesão

 

  1. Com base no documento, refere as caraterísticas do "Homem ideal" renascentista.
historia8alustosa às 20:14
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As novas rotas do comércio e a mundialização da economia

 
As novas rotas do comércio nos séculos XV e XVI
  1. Faz a correspondência de cada conceito referido na Coluna A à respectiva definição referida na Coluna B.


COLUNA A

a)    Rota do Cabo

b)    Meridiano de Tordesilhas

c)    Domínios portugueses no século XVI

d)    Domínios espanhóis no século XVI

e)    Ásia

f)     América

g)    África

COLUNA B

1)    Linha que divide o mundo em dois hemisférios.

2)    Brasil, Norte de África, Angola, Moçambique, Índia, Malaca.

3)    Ligação, por via marítima, entre a costa ocidental africana e a costa oriental.

4)    América Central e do Sul, Filipinas.

5)    Ouro, escravos, marfim e malagueta.

6)    Perfumes, especiarias, porcelanas e sedas.

7)    Açucar, madeiras, ouro e prata.

historia8alustosa às 20:01
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As condições para a Expansão marítima

São os portugueses peritos na arte de navegar, o que não admira pois tanto mar percorrem que passam muitas vezes cinco e seis meses sem ver mais que céu e mar, lutando com os ventos e as vagas. São tão entendidos na navegação que sabem o caminho a seguir guiando-se apenas pelos astros: de dia o Sol e de noite a Estrela Polar. (…) É coisa de admirar que, com um instrumento redondo do tamanho da palma da mão, se consiga medir toda a curvatura do céu.

 

Pedro de Medina, Libro de grandezas y cosas memorables de España, 1548

 

  1. Partindo do documento, indica duas condições técnicas que possibilitaram a prioridade portuguesa na expansão marítima.
historia8alustosa às 19:47
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A Romanização

A fim de que estes homens mal fixados e incultos, por isso inclinados a combater, se habituem a uma vida agradável e tranquila (...), Agrícola exortou-os a empreender a construção de templos, fóruns, casas (...).

Os mais propensos há pouco a rejeitar a língua de Roma ardiam agora de zelo para a falar eloquentemente.

Depois, progressivamente, chegaram a gostar dos nossos próprios vícios, do prazer dos pórticos, dos banhos e do requinte dos banquetes.

 

Tácito, A Vida de Agrícola (séculos I e II a.C.)

 

  1. Identifica, com base no documento, os fatores que contribuíram para a integração dos povos conquistados pelos Romanos.

historia8alustosa às 18:57
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Guerra do Vietname: uma guerra sem fim, episódio 4

historia8alustosa às 18:33
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A Guerra, RTP

historia8alustosa às 18:33
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A Guerra Colonial Portuguesa

historia8alustosa às 18:33
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A vida de Mahatma Gandhi, parte 12 de 14

historia8alustosa às 18:32
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Julgamento de Nuremberga, 1.ª de 6 partes

historia8alustosa às 18:32
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Hiroshima, Discovery Channel

historia8alustosa às 18:31
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Filmes perdidos da 2.ª Guerra Mundial, Canal História, 1.º de 2 episódios

historia8alustosa às 18:30
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Apocalipse da Segunda Guerra Mundial, National Geographic, 1.º de 6 episódios

historia8alustosa às 18:20
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Agrupamento de Escolas de Lousada Norte

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